Solitude e devaneios
Eu sempre fui seu, mesmo sem saber a cor de seus olhos. O seu cheiro de primavera esteve em meus pensamentos, muito antes de imaginar que um dia poderia estar contigo.
E agora, sentado diante a minha solidão, como se estivesse em meu quintal estou com medo de te encontrar. Tremo só de pensar que ainda não me amo o bastante para te possuir. Choro pelo fato de ainda ser atingido pelos dias cinzentos e nublados.
Ah, como eu te quero. Se não fosse essa insegurança do ser-e-não-ser, de não me conhecer, imagino que já poderia estar com você.
Ah, pensando aqui sozinho, vejo-me na imensa tentativa de me tornar fácil. Um ser que consigo decifrar. Que permite se amar como se ama aquilo tão estimado.
E até agora nessa busca incansável e tortuosa, a única coisa que descobri, é que já te amo, antes mesmo de me conhecer.
E agora, sentado diante a minha solidão, como se estivesse em meu quintal estou com medo de te encontrar. Tremo só de pensar que ainda não me amo o bastante para te possuir. Choro pelo fato de ainda ser atingido pelos dias cinzentos e nublados.
Ah, como eu te quero. Se não fosse essa insegurança do ser-e-não-ser, de não me conhecer, imagino que já poderia estar com você.
Ah, pensando aqui sozinho, vejo-me na imensa tentativa de me tornar fácil. Um ser que consigo decifrar. Que permite se amar como se ama aquilo tão estimado.
E até agora nessa busca incansável e tortuosa, a única coisa que descobri, é que já te amo, antes mesmo de me conhecer.
Marcadores: amor, busca, idealização, paixão


