B-R-O-BRÓ do meu Coração
Então imaginamos que finais, principalmente de filmes, são surpreendentemente tristes ou trazem algo que realmente nos façam ficar embasbacados, boquiabertos, questionadores. Aconteceu mais ou menos assim, um turbilhão de sentimentos prazerosos ora bobos, ora felizes acometeram as pessoas de sentimentos no mínimo interessantes. Talvez seja a tão famosa alegria, característica dos nordestinos e nortistas... daquele povo caloroso de terras escaldantes e úmidas.
Seres humanos que fizeram da alma um espaço de leveza e renovação. Um momento de dança na chuva regada com abraços deliciosos. Saias rodadas ao som de cantigas nada ortodoxas ou conservadoras. Teve de tudo, mas de tudo mesmo. Discussões sobre intimidade feminina e convenções sociais. Teve uma tal de tiquira (leia-se cagibrina, pinga, água-ardente) que deixou muita gente acordada. E para não se esquecer... teve muito bolinho de arroz com perninhas que vieram bem depois.
E vieram também as amizades. O famoso "tchu - tchu" e a passagem do trenzinho "tchu-tchuá" só fecharam os laços de carinho. Parecia que todos já se conheciam. Talvez o encontro fosse somente um dos motivos para que pudessem se encontrar, depois de longa data distantes. Então o abraço inesquecível e bem apertado da chegada deixava saudades e um pouco de conforto na despedida.
E que me desculpem os diminutivos (bastante presentes no Encontro), mas nada poderia ser tão grandioso. Posso afirmar (agora na primeira pessoa) com a legitimidade de um cancêriano sentimental, que deixo na terra quente (e abafada) do Piauí, paixões, amores, afetos, amigos e gratas sensações. Mais do que uma comunicação alternativa, acredito que foi uma alternativa a comunicação (também leia-se do coração).
"Que façam porque acreditam. Que dediquem porque querem. A verdade somos nós que fazemos. Assim como todo ponto-de-vista depende do olho de quem vê."
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